11 de jun de 2011

Uma busca

Quando me perdi de mim mesmo. 

E mal sabia quem era ou o que queria.

Me procurei em meu próprio silêncio.

Nada encontrei, exceto trevas.

Trevas entremeadas por gritos, sussurros, raivas e mágoas

sentimentos que pareciam não ter fim.

Arrastando-me lentamente, reconhecendo meus próprios urros, 

inesperadamente uma calma pairou na escuridão.

Uma suave luz do abismo surgiu.

Ali, no mais profundo do meu ser, distante de tudo, Tú estavas.

Estavas comigo mesmo sob Teus pés, adormecido e eternecido.

Levantei-me e retornei comigo mesmo pronto para a dura caminhada continar.

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